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“Passei muito tempo da vida querendo ser uma coisa e hoje sou outra”, quem nunca se deparou com uma situação assim? Na real, acho que todo mundo se depara com isso o tempo todo.
Até uns anos atrás eu era a menina cheia das “fofices”, de sapatilha, meia calça e estampa de poá. Esse “quadro” de estilo não mudou, mas o contexto – e a própria vida – sim. A gente vai conhecendo gente, vivendo experiências, mudando, se formando e por incrível que pareça, nessa bola de neve sempre cabe um pouco mais de informação.








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“It’s you, it’s you, it’s all for you. Everything I do…”, cantarolei bastante essa música nos últimos tempos. Mais especificamente, desde que a Lana Del Rey colocou o clipe mega improvisado – e lindo mesmo assim – de “Video Games” no ar. Se você lê algum blog ou site de música, ou acompanha o surgimento de novos artistas promissores, provavelmente já ouviu falar dela. Se me segue no Twitter então… Opa!

O fato é que os lindinhos do Kasabian (uma das poucas bandas de rock além dos Beatles que os irmãos Gallagher, do Oasis, já elogiaram publicamente) fizeram um cover da música pra BBC Radio e o resultado é BEM de tirar o fôlego de tão british. É só dar play aqui embaixo e, além de se deliciar com a música, vale também curtir o sotaque britânico de todo mundo nessa BBC. Não tem preço, galere!
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Quem já ouviu alguém dizer “Queria ser uma pessoa bem fria pra não me apegar em ninguém” e torceu o nariz, provavelmente entendeu o recado. Como já diriam minhas músicas: “Quem sempre quer vitória perde a glória de chorar”. Quem não quer sofrer por amor perde a glória de um dia ser verdadeiramente amado.
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Diretamente do Pinterest, as imagens que me cativaram de alguma forma. Tem mais por lá. Colem!
1. Lindeza de cores, ângulo e bicicleta. Ainda vou ter uma dessas.
2. Ando desejando cabelo com mais volume de forma controlada (o meu ainda não tem nível intelectual pra entender que “volume” não é sinônimo de parecer com a Maria Bethânia) e também calças de tecido molinho e coloridinhas.
3. Se alguém me garantisse que poderia ter uma filha linda assim, engravidaria HOJE mesmo sem nem lembrar que só tenho 20 anos de idade.
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Deveria estar fazendo meu Trabalho Integrado, mas como boa aquariana que sou, tirei uma pausa pra ficar borboleteando, pensando na vida.
Daí lembrei desse blog aqui né, que vive de altos e baixos. Andei pensando que eu não tenho, nem nunca tive, talento pra ter um blog de moda. Sério, mundinho das modas me cansa. Já fui bem mais apaixonada pela situação toda, mas hoje em dia eu tenho uma preguiça de um tamanho que cês não tem noção. Amo muito a profissão que eu escolhi pra exercer, mas é só a minha profissão. Pra falar a verdade, tem muito mais coisa envolvida. Hoje, moda pra mim é uma forma de renovar minha rotina, de me aconchegar em outras paixões da minha vida (tipo música e fotografia) e de poder trabalhar pra todo sempre, espero eu, num universo criativo, estimulante pra mim. Simples assim.

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Essa semana eu conheci essa menina, de apenas 15 aninhos, cantora, inglesa, vozeirão e uma pegada meio hipster. Hipster só visualmente, já que ela não parece ter a mínima intenção de ficar no anonimato. Ó, a Birdy (como é chamada) encanta pela delicadeza, pela suavidade. As músicas dela tinham tudo pra serem tristes, meio melancólicas, mas são só e simplesmente delicadas. Se você quer se encantar pela garota, tanto quanto eu, ouça “Skinny Love” seguida de “Shelter” e “People Help The People”. Eu ando bem encantada e cantarolando “mine, mine mine… mine, mine, mine… mine, mine, mine, mine” loucamente por aí.

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Além dos signos pra atormentarem a nossa vida com pré-definições sobre todo mundo, apareceu um lance aí no Facebook de descrição de acordo com o dia em que você nasceu. Não vou mentir, eu amo mesmo ficar lendo descrição de signo e ainda vou casar com um leonino, já que dizem que Leão e Aquário formam uma combinação perfeita. Mas esse lance do “dia em que você nasceu” é mais brisa ainda, cara. Mais brisa ainda é que todo mundo tá se identificando, e adivinhem? Inclusive eu.
Diz lá que eu faço parte do Dia do Idealismo. Quando eu li isso, já me arrepiei. Diz lá que eu sinto necessidade de expressar meus sentimentos e ideias, que eu sou ambiciosa, mas dispersiva, que eu tenho talento pra arte, que me apaixono com facilidade, que eu sou muito emotiva, muito extrema e que sou extremamente frágil e inconstante. Bingo!
Olha, juro que fiquei assustada e decidi fingir que ignorei totalmente tudo que li. Signos, astrologia, numerologia, etc, etc, etc. Existem mil e uma teorias de coisas que a gente é, deixa de ser. Prefiro acreditar que a gente pode ser tudo que a gente quiser, independente do que dizem por aí.
Arquivado em: Beleza | Tags: Dietas, Léa Seydoux, Livros, Saúde, Vida
Tem muito, muito tempo mesmo, que eu ouvi alguém falar sobre esse livro. Tempos depois, li um post em algum blog o elogiando super, e, inclusive, contando algumas das dicas “preciosas” que a autora Mireille Guiliano passa. Enquanto comprava meu CD da Diane Birch no Amazon, vi ele ali na minha listinha-desejo e resolvi comprar. Chegou tem um tempo, mas foi só essa semana que eu consegui parar pra ler um pouco, o que já é um milagre pra mim (haha!).
Não, ele não vai fazer milagres. Disso eu já tenho certeza. Mas acho que é bem legal esse artifício de usar as mulheres francesas (quem nunca quis ser em alguma coisa como elas?) pra fazer a gente dar valor ao o que todos os nutricionistas do Brasil falam desde sempre e a gente nunca deu ouvidos.
(Imagens da linda, linda – e francesa! – Léa Seydoux, que integra o elenco de Meia-noite em Paris, de Woody Allen. Quem quiser saber mais sobre ela é só clicar aqui ou aqui)
Só li umas 20 páginas de umas 180, mas já tô bem convencida que toda mulher (quem dirá, todo homem) deveria ler esse livro pra aprender (de verdade!) a se relacionar com comida. Porque pelo que eu entendi até agora, esse “relacionamento” não é muito diferente dos que a gente tem na nossa vida. E podem ser tão complicados, obsessivos e desgastantes como podem ser agradáveis, felizes e saudáveis.
O trecho mais legal do que eu li até agora é esse aqui:
“In France, we don’t talk about “diets”, certainly not with strangers. But mainly we spend our social time talking about what we enjoy: feelings, family, hobbies, philosophy, politics, culture, and, yes, food, especially food (but never diets). French woman take pleasure in staying thin by eating well, while Americans typically see it as a conflict and obsess over it.”
Pra fazer todo mundo repensar um monte de coisa, né?
Arquivado em: Beleza, Desfiles | Tags: Beleza, Chloé, Desfiles, Verão 2012
Eu amo essa imagem fresca, de uma mulher independente, jovem, descontraída e muito feminina que a Chloé passa. Gosto do tanto que as roupas tem linhas perfeitas, caimentos impecáveis e tecidos que só de olhar já são deliciosos – imaginem o toque! E não é à toa que eu tenho uma foto, da beleza de um dos desfiles da marca, colada na lateral do espelho que eu tenho no meu guarda-roupa, junto com outras fotos que servem de inspiração.

Eu não tenho muita experiência prática com criação pra dizer, de antemão, que tipo de trabalho eu quero fazer. Mas me encanta – e muito! – o trabalho de estilistas que tem como objetivo principal contribuir com a imagem de uma mulher que quer se sentir super feminina e elegante, muitas vezes com simplicidade. A beleza dos desfiles da Chloé é quase sempre incrível porque esse ideal de mulher também é muito incrível!

Aqui em cima, algumas imagens do backstage do desfile. A gente consegue dizer, só de olhar, que o segredo tá em cabelos com muito movimento e caimento leve + maquiagem leve e rosada, dando todo um ar de saúde e quase a sensação de nenhuma maquiagem!
Sobre o desfile, vale dizer que a estréia da estilista Clare Keller Waight na Chloé foi super bem-sucedida. A coleção foi leve, bonita, refrescante e a cartela de cores é incrível. Vale clicar aqui pra ver todas as fotos e se inspirar ainda mais nos moldes da marca pro verão – tá valendo a pena!
Sabe essa mania que alguns blogs tem de pegar uma imagem bem linda e pontuar as cores ali contidas? Como muitas das manias que eram legais e que se tornaram banais, se a imagem já é boa, as cores por consequência também são, certo?

Bom mesmo é encontrar imagens onde as cores são o destaque. Todo mundo sabe que um pôr-do-sol é lindo (e que se a gente pegar as cores dessa paisagem, são grandes as chances delas também serem lindas), mas um pôr-do-sol em tons de laranja, lilás e rosa se torna bem mais especial. E aí é que tá a graça.

É por isso que a ponte de Williamsburg, em Nova York, se torna também mais especial. Essa série de fotos do fotógrafo Mon Zamora é ótima pra mostrar quando cores são destaque e quando elas merecem ser destacadas. E as cores-destaque do dia são de um rosa alaranjado-avermelhado com verde pastel que me lembra macarons – e que não podiam ser mais doces!
Arquivado em: Looks | Tags: Desfiles, Hailee Steinfeld, Looks, Miu Miu
Hailee Steinfeld não se contenta em só fazer a campanha da Miu Miu, ser indicada ao Oscar com 14 anos de idade e ser fofa assim. Também tem que ir toda de Miu Miu e linda pro desfile da marca. Como não amar?







