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O desfile da New Order foi bem lindo pros olhos. Os tecidos escolhidos vs. as formas executadas são incríveis, as cores também e os acessórios então, nem se fala! A tal da bolsa-revista é a coisa que eu mais desejei – “consumistamente” falando – na coleção inteira. Mas se a gente lembrar que a Osklen é marcona-mãe da New Order, e uma das que podem (e devem) fazer desfiles bem autorais e inovadores dentro do que é possível, a gente consegue entender como a marca-filhinha, que é bem mais acessível e abrangente, precisa de ajuda (lê-se referências) forte pra encarar um público bem maior.

É claro que a gente sabe que os desfiles da New Order são quase que figurativos, já que a marca na vida real só vende acessórios e né, dificilmente a gente vai ver os mesmos acessórios dos desfiles vendendo super nas lojas. Mas a importância dessa “figuração” toda é indiscutível, já que é através dela que a gente sabe bem qual é a essência da marca e da coleção em questão, e o mais importante, que o nosso desejo por alguma coisa que tenha um “pouquinho daquilo ali” é despertado.

Daí que a gente vê nessa coleção da New Order, bem claramente, as formas que a Osklen já faz e consolida há um bom tempo. O que mostra um certo enraizamento interno, o que eu acho legal. A gente também vê a universalidade e toda uma informação atual de moda que a Osklen também tem. Até mesmo o “insight” de saber o que a gente vê de lá de fora (de marconas maiores aindas) e que podem servir de referência segura. Alguém dúvida que a bolsa-revista nasceu de uma re-interpretação da Chanel em fazer bolsas-sacola-de-compras? Re-interpretação porque né, essa brincadeira já era dos surrealistas há umas boas décadas.

O que eu acho mais legal da marca nessa coleção é que, mesmo as referências externas – que muitas vezes são utilizadas de forma ruim por todo mundo no mundo todo – são muito bem adaptadas pro tema escolhido, que foram as viagens de avião, as formas dele, etc. Em vez de fazer um desfile-palhaçada como foi aquele das camisas de time de futebol (em que um tema SUPER legal foi desperdiçado pela intenção boba de copiar tudo – de um jeito desesperado – da coleção de listras da Prada), dessa vez, a marca consegue superar essa fase e evoluir.
Então agora eu me vejo BEM encantada pelo perfume sixties da coleção, pelas cores, formas, tecidos escolhidos e até pelas referências externas (e internas!) de um jeito bem bom. Agora é segurar a ansiedade pra ver como essa coleção (e esse tema!) vai chegar nas lojas. :)
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Alguns chamariam de equilíbrio, esses dias eu resolvi chamar de limite. Demorou, mas em algum momento de algum desses últimos dias, eu sentei, pensei e me dei conta do quanto é bom saber chegar pertinho do “limite” e não ultrapassá-lo. Nem longe demais, nem depois dele, bem ali, pertinho.
Eu poderia entrar no mérito pessoal, mas acho que faz mais sentido falar pelo lado profissional.
Quer exemplo maior de limites ultrapassados, ou de limites que nem chegaram perto de existir, que as temporadas de desfiles de moda? Todas as resenhas que todos os editores de moda escrevem após analisarem muito bem (ou nada bem) as coleções apresentadas parecem existir, todas, uma por uma, unicamente pra dizer se esse estilista soube respeitar o limite que ele mesmo construiu. Ou que se espera que ele tenha.

Você pode até me dizer que alguns desses estilistas escolhem trabalhar “sem limites”, mas a partir desse momento, ele próprio constrói um “ponto exato”, que é sempre surpreender. Ou ele vai passar dos limites, fazendo uma coisa exagerada demais, que vai deixar todo mundo com uma certa sensação de preguiça, ou ele vai ficar bem longe do “sem limites”, decepcionando a todos.
Daí também alguém pode dizer “mas essa lógica serve pra tudo, ou seja, é inútil se dar conta dela”, como se tudo se encaixasse na teoria dos limites, desde como criar nossos filhos até como criar uma coleção de moda. Pode ser, mas a partir do momento em que você entende melhor como as coisas funcionam – ou podem funcionar – fica mais fácil lidar com elas.Se não fosse assim, pra quê então serviriam os filósofos? E bem, se você não vê serventia em filosofia, provavelmente não entendeu nenhuma linha do que escrevi até aqui.

O limite perfeito, pra mim, de uma boa coleção de moda (a partir de hoje) é estar bem ali, no limite da vida real e do sonho, sempre com um espacinho a mais pro lado da vida real.
Que ironia é eu escrever isso uma madrugada, uma manhã e uma tarde depois de re-assistir um pedaço do filme “A Origem”, que todo mundo acha tão complicado (¬¬) por causa dos três níveis de sonho e das diferenciações de como a gente percebe o tempo em cada um deles. Digamos que o meu limite seja chegar lá no terceiro nível e saber bem que estou sonhando, o suficiente pra acordar, acordar de novo e aí só mais uma vez.
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As coleções mais legais de Resort ainda não saíram, mas no meio de algumas sem-gracinha, esses looks da 3.1 Philip Lim sobressaíram. Amo que ele brinca com a estética dos quadrinhos e ao mesmo tempo cria looks MUITO elegantes.

Lição pra mostrar que a moda é muito mais legal com uma pitada de diversão! :)
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O Style.com fez uma seleção de algumas das MAIS incríveis imagens do (igualmente incrível) Tommy Ton de 2011. Aproveitei pra juntar algumas delas em um blocão só – desses que fazem a gente suspirar de tanta inspiração boa pra moda – pra lembrar a gente porque mesmo a gente ama esse “mundinho”. Com todos os defeitos e qualidades no pacote!

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Lendo um post da Miss Moss, acabei descobrindo a resort collection passada do Peter Jensen. Não a coleção exatamente, mas o jeitinho que ele fotografou a coleção. Aqui embaixo tem uma das fotos, é só clicar no link pra ver mais (e vale a pena!). Basicamente, a coleção foi inspirada numa Meryl Streep mais jovem, e como a gente pode ver por essa unica imagem, o conceito da coleção não ficou só nas roupas, mas se estendeu pras fotos também.

Eu amo esse jeito mais descontraído de fotografar as coleções “Resort” e “Pre-Fall”. A Stella Mccartney já faz isso há um bom tempo. Acho que a elegância das meninas certinhas, todas na mesma pose, muitas vezes é fundamental, mas saber a hora de mudar e fazer algo assim resulta em uma imagem de moda muito mais única e incrível. Não é novidade, mas valeu compartilhar.
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Acho que se eu pudesse classificar o ano de 2011 com algum adjetivo, eu diria estruturante. Eu nem sabia se essa palavra de fato existia, mas fui procurar no google e segundo um desses dicionários on-line, ela existe sim. (HAHAHA)

Parece bobo, mas 2011 serviu pra reestruturar algumas coisas que ficaram meio mexidas, meio embaçadas. Acho que renovei laços de amizade com pessoas que eu realmente acho que vou levar pra vida toda, me organizei mais, me equilibrei mais, me apaixonei de novo pela moda depois de conhecê-la de verdade e me senti pronta – realmente pronta! – pra correr atrás de tudo que eu tenho como objetivo.

Mas o principal, e o que me faz ter vontade de voltar a escrever (de verdade!) nesse blog aqui, é a minha vontade de voltar a falar de moda. Eu amo esse negócio, sabe… De verdade! E por mais que eu tenha válvulas de escape (música, fotografia, cinema…) pra quando a moda enche o saco, eu não quero mais ficar de saco cheio dela. Quero construir um relacionamento estável e duradouro, profundo, com essa profissão que eu escolhi.

Os posts de “novas resoluções” aqui no blog tão vindo em maior quantidade do que eu imaginava, HAHAHA! Mas é que eu realmente tô com essa sensação de querer coisas novas, novos objetivos, planos, ORGANIZAÇÃO e tudo mais.

Por isso, vai aqui em cima uma coisa que eu sempre amei fazer aqui no blog e que nunca mais tinha feito (por não amor a moda como ela é), uma wish-list com peças do Net-a-porter. Como tô recuperando esse amor, aqui vai ela, com o mesmo climinha de verão retrô que está em todas as outras imagens do post. Fofo, né? Fica pra outro dia uma wish-list-de-tudo-pra-2012, fiquem no aguardo. :)
E temos mais resoluções de ano novo! Vale pensar em começar tudo com toda uma sensação de frescor, de “novo”, e começar a tratar (ou tratar mais ainda) as pessoas como a gente gostaria que todo mundo nos tratasse. Vale começar a fazer as coisas bem na hora que a gente pensa em fazê-las (e parar de ficar adiando tudo!), assim como tentar coisas novas.

Podemos começar a fazer as coisas sem ficar reclamando e questionando tanto, podemos dizer mais “obrigado” e “por favor”. Vale tentar ser mais positivo em relação a vida e ser MUITO grato por tudo que a gente tem. Vale tentar receber bem as mudanças e pensar GRANDE, SONHAR GRANDE. Vale escolher melhor as batalhas que realmente valem a luta e deixar as coisas pequeninas pra lá. Vamos falar menos e ouvir BEM mais. Vamos SEMPRE dar o nosso melhor em tudo que a gente fizer. Vamos ser MUITO mais gentis, vamos falar de coisas mais gentis. Vamos ser mais pacientes, mais respeitosos com quem tá a nossa volta.
Porque TUDO bem se a gente não sabe o que esperar desse ano que tá começando, mas também não tem desculpa pra não tentar fazer dele um ÓTIMO ano.
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Tá super prometido que 2012 vai ser um ano BEM mais fantástico que 2011. Todo ano começa com todas essas promessas de “quero ser mais aquilo, quero ser mais isso” e eu só penso em uma coisa, me organizar melhor. Essa é a minha maior meta, me organizar melhor pra dar conta de tudo e saber dar prioridade às coisas também. Tô feliz que tô começando esse ano mais calminha, sem sair pra “badalhar” nem nada, mas tô BEM mais esperançosa, com bem mais fé nesse ano que tá entrando.

Ao mesmo tempo em que eu ignoro esse “recomeço” que o ano-novo costuma significar pra 99,9% das pessoas, eu realmente tenho um folêgo novo pra tentar corrigir errinhos de percurso. Tô começando a pensar mais nos cinzas, em diminuir os altos e baixos, em dar o meu máximo pra parar com toda essa inconstância. Seguir uma linha, não necessariamente reta, mas contínua, me parece uma boa meta para 2012.

Eu sou daquele tipo de pessoa que costuma complicar demais coisas simples, então a regra é descomplicar, mesmo que uma coisa seja realmente complicada (acontece, né?). A regra também é fazer acontecer, correr mais ainda atrás, só que com mais inteligência.

Tamos aqui cheias de metas, pensando em mil coisas, mas só me vem SEMPRE a mesma: Love is all we need. <3
Por isso, MUITO amor, muita simplicidade e muita sabedoria na vida de vocês. Que tudo se encaminhe da melhor forma nesse novo ano, nem sempre do jeito que a gente acha que é melhor, mas Deus sabe melhor por nós, né? Feliz 2012 pra vocês, meus poucos e lindos leitores fiéis.
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Não sei vocês, mas tive um surto “AI MEU DEUS COMO GIRAFAS SÃO FOFAAAAASSSS!” depois de ver essa foto. Tirem suas próprias conclusões.
Falei da Lana Del Rey aqui esses dias e cá estou eu novamente. Diria que Adele é a minha cantora favorita de 2011, mas como já conheço ela desde o primeiro álbum, esse posto já é (e já era desde que eu a ouvi pela primeira vez) da Lana Del Rey.

Hoje ela lançou o lindo-lindo-lindo clipe de “Born to Die”, single que nomeia seu primeiro álbum. Tinha todas as melhores expectativas do mundo, mas acho que é melhor do que eu imaginava. A Lana realmente me dá a sensação de um som novo, um jeito de cantar novo, até um conceito de “cool” e de bonito, belo diferente pra música. Uma melancolia apaixonante, suas músicas são desse jeitinho. Quem escuta pela primeira vez estranha, mas a partir da segunda é inevitável sair por aí cantarolando todas as declarações de amor enlouquecidas que Lana compõe. Exatamente como em “Video Games” (“It’s you, it’s you, it’s all for you, everything I do…”), “Born to Die” fala de um amor insano e o clipe, junto com toda a historinha em cenas com uma fotografia incrível (sem falar das locações!), honra perfeitamente os sentimentos que a música passa.
Assistam e se apaixonem por cada detalhe dessa música e desse clipe.
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É incrível como, por mais que a gente consiga algo que a gente quer muito, sempre vai aparecer alguma outra coisa pra se tornar o próximo objetivo. Nessas horas eu percebo o quanto é válido saber agradecer a Deus, todo dia, por tudo que a gente tem. Gratidão é o caminho mais rápido pra aprender a ser mais paciente com a vida.
Essa semana, junto com o fim desse ano cheio das crises, tomei todo um novo fôlego pra algumas coisas que andavam meio mornas. E também tirei o fôlego de outras, que por mais que eu tente acelerar, sei bem que vale mais a pena esperar.
Ganhei ânimo pra antigos projetos, “desejos suspensos” que viraram tema pros futuros. Fui na Cultura Inglesa me apaixonar de novo por Londres e pensar em ir pra lá, num momento mais adiante, quem sabe bem próximo. Assisti um filme que me fez chorar, repensei minhas vontades atuais, repensei minhas vontades pro ano que vem. Me vi re-apaixonada pela moda, só de olhar uma revista. Percebi que me afastar do “mundinho” e tratar as coisas com leveza fazem a gente conseguir manter o nível de paixão necessária pra sempre dar o nosso melhor – sem se cansar. Me dei conta que quero conhecer mais gente incrível, mais gente interessante, mais gente (meninos) leoninos e mais gente aquariana, ariana e sagitariana (e GEMINIANA TAMBÉM, viu Stella e Gigi!).
Quero comprar mais livros, CD’s e DVD’s. Quero também renovar minha assinatura com a Nylon, minha revista favorita – de um jeito assim, descompromissado. Ah, e quero colocar uma TV no meu quarto porque eu sou velhinha.

Aqui em cima, fotos do Trabalho Integrado da minha faculdade, vou usar ele pra (tentar) conseguir meu estágio dos sonhos ano que vem. Wish me luck. :)
p.s. não sei vocês, mas eu amo Backstreet Boys.
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“It’s you, it’s you, it’s all for you. Everything I do…”, cantarolei bastante essa música nos últimos tempos. Mais especificamente, desde que a Lana Del Rey colocou o clipe mega improvisado – e lindo mesmo assim – de “Video Games” no ar. Se você lê algum blog ou site de música, ou acompanha o surgimento de novos artistas promissores, provavelmente já ouviu falar dela. Se me segue no Twitter então… Opa!

O fato é que os lindinhos do Kasabian (uma das poucas bandas de rock além dos Beatles que os irmãos Gallagher, do Oasis, já elogiaram publicamente) fizeram um cover da música pra BBC Radio e o resultado é BEM de tirar o fôlego de tão british. É só dar play aqui embaixo e, além de se deliciar com a música, vale também curtir o sotaque britânico de todo mundo nessa BBC. Não tem preço, galere!
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Quem já ouviu alguém dizer “Queria ser uma pessoa bem fria pra não me apegar em ninguém” e torceu o nariz, provavelmente entendeu o recado. Como já diriam minhas músicas: “Quem sempre quer vitória perde a glória de chorar”. Quem não quer sofrer por amor perde a glória de um dia ser verdadeiramente amado.
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Diretamente do Pinterest, as imagens que me cativaram de alguma forma. Tem mais por lá. Colem!
1. Lindeza de cores, ângulo e bicicleta. Ainda vou ter uma dessas.
2. Ando desejando cabelo com mais volume de forma controlada (o meu ainda não tem nível intelectual pra entender que “volume” não é sinônimo de parecer com a Maria Bethânia) e também calças de tecido molinho e coloridinhas.
3. Se alguém me garantisse que poderia ter uma filha linda assim, engravidaria HOJE mesmo sem nem lembrar que só tenho 20 anos de idade.
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Deveria estar fazendo meu Trabalho Integrado, mas como boa aquariana que sou, tirei uma pausa pra ficar borboleteando, pensando na vida.
Daí lembrei desse blog aqui né, que vive de altos e baixos. Andei pensando que eu não tenho, nem nunca tive, talento pra ter um blog de moda. Sério, mundinho das modas me cansa. Já fui bem mais apaixonada pela situação toda, mas hoje em dia eu tenho uma preguiça de um tamanho que cês não tem noção. Amo muito a profissão que eu escolhi pra exercer, mas é só a minha profissão. Pra falar a verdade, tem muito mais coisa envolvida. Hoje, moda pra mim é uma forma de renovar minha rotina, de me aconchegar em outras paixões da minha vida (tipo música e fotografia) e de poder trabalhar pra todo sempre, espero eu, num universo criativo, estimulante pra mim. Simples assim.

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Essa semana eu conheci essa menina, de apenas 15 aninhos, cantora, inglesa, vozeirão e uma pegada meio hipster. Hipster só visualmente, já que ela não parece ter a mínima intenção de ficar no anonimato. Ó, a Birdy (como é chamada) encanta pela delicadeza, pela suavidade. As músicas dela tinham tudo pra serem tristes, meio melancólicas, mas são só e simplesmente delicadas. Se você quer se encantar pela garota, tanto quanto eu, ouça “Skinny Love” seguida de “Shelter” e “People Help The People”. Eu ando bem encantada e cantarolando “mine, mine mine… mine, mine, mine… mine, mine, mine, mine” loucamente por aí.

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Além dos signos pra atormentarem a nossa vida com pré-definições sobre todo mundo, apareceu um lance aí no Facebook de descrição de acordo com o dia em que você nasceu. Não vou mentir, eu amo mesmo ficar lendo descrição de signo e ainda vou casar com um leonino, já que dizem que Leão e Aquário formam uma combinação perfeita. Mas esse lance do “dia em que você nasceu” é mais brisa ainda, cara. Mais brisa ainda é que todo mundo tá se identificando, e adivinhem? Inclusive eu.
Diz lá que eu faço parte do Dia do Idealismo. Quando eu li isso, já me arrepiei. Diz lá que eu sinto necessidade de expressar meus sentimentos e ideias, que eu sou ambiciosa, mas dispersiva, que eu tenho talento pra arte, que me apaixono com facilidade, que eu sou muito emotiva, muito extrema e que sou extremamente frágil e inconstante. Bingo!
Olha, juro que fiquei assustada e decidi fingir que ignorei totalmente tudo que li. Signos, astrologia, numerologia, etc, etc, etc. Existem mil e uma teorias de coisas que a gente é, deixa de ser. Prefiro acreditar que a gente pode ser tudo que a gente quiser, independente do que dizem por aí.
Filed under: Editoriais | Tags: Editoriais, Lara Stone, Simplicidade

No meio de mil posts de mil blogs (que supostamente eu deveria acompanhar), às vezes eu me deparo com algo realmente legal, algo que faz toda a caminhada on-line valer a pena. O “algo” de hoje é esse editorial com a Lara Stone, que tem toda essa simplicidade (embutida de um jeito todo despretensioso) no meio de imagens de moda tão naturais e lindas.
A primeira constatação é o jeans aparecer em todas as imagens. Jeans passa mesmo essa ideia de “vida real”, mas na maioria das vezes ele se torna só um figurante nos nossos looks (tá ali porque precisa estar ali, mas passa desapercebido sempre). Nessas imagens, ele ganha um papel bem mais interessante, com participação especial no porquê da imagem final ser tão maravilhosa.
Eu não uso jeans há anos, mas ultimamente não tem faltado vontade de voltar a usar. Mas, só se for assim, que nem nessas imagens, com inteligência e sem preguiça, pode ser “simples”, mas não pode ser “banal”.
E apesar do editorial ser de moda, foi inevitável perceber nessas imagens todo um potencial em inspirar a gente a querer andar por aí, conhecer mais gente, sorrir mais. Eu me senti assim.

p.s. Te amo, Lara Stone, por protagonizar tantos editoriais lindos! <3
Filed under: Beleza | Tags: Dietas, Léa Seydoux, Livros, Saúde, Vida
Tem muito, muito tempo mesmo, que eu ouvi alguém falar sobre esse livro. Tempos depois, li um post em algum blog o elogiando super, e, inclusive, contando algumas das dicas “preciosas” que a autora Mireille Guiliano passa. Enquanto comprava meu CD da Diane Birch no Amazon, vi ele ali na minha listinha-desejo e resolvi comprar. Chegou tem um tempo, mas foi só essa semana que eu consegui parar pra ler um pouco, o que já é um milagre pra mim (haha!).
Não, ele não vai fazer milagres. Disso eu já tenho certeza. Mas acho que é bem legal esse artifício de usar as mulheres francesas (quem nunca quis ser em alguma coisa como elas?) pra fazer a gente dar valor ao o que todos os nutricionistas do Brasil falam desde sempre e a gente nunca deu ouvidos.
(Imagens da linda, linda – e francesa! – Léa Seydoux, que integra o elenco de Meia-noite em Paris, de Woody Allen. Quem quiser saber mais sobre ela é só clicar aqui ou aqui)
Só li umas 20 páginas de umas 180, mas já tô bem convencida que toda mulher (quem dirá, todo homem) deveria ler esse livro pra aprender (de verdade!) a se relacionar com comida. Porque pelo que eu entendi até agora, esse “relacionamento” não é muito diferente dos que a gente tem na nossa vida. E podem ser tão complicados, obsessivos e desgastantes como podem ser agradáveis, felizes e saudáveis.
O trecho mais legal do que eu li até agora é esse aqui:
“In France, we don’t talk about “diets”, certainly not with strangers. But mainly we spend our social time talking about what we enjoy: feelings, family, hobbies, philosophy, politics, culture, and, yes, food, especially food (but never diets). French woman take pleasure in staying thin by eating well, while Americans typically see it as a conflict and obsess over it.”
Pra fazer todo mundo repensar um monte de coisa, né?







